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26.9.14

A candidata do PSB, que se tornou o maior obstáculo para a candidatura de reeleição da presidente Dilma Rousseff, disse à Globo TV que, para estimular o crescimento, o Brasil precisa retornar às políticas econômicas, iniciadas há 20 anos atrás, mas agora completamente abandonadas pela Dilma.
"Nosso compromisso é manter a estabilidade econômica com políticas suportadas pela  responsabilidade fiscal, inflação sob controle e um comércio livre,", disse Marina Silva.
As pesquisas mostram que nenhum candidato vai ganhar uma maioria no dia 5 de outubro e que Silva é susceptível de avançar para um segundo turno no dia 26 de outubro contra Dilma Rousseff.
As políticas econômicas que finalmente domaram a inflação crônica do Brasil foram adotadas no início de 1990 pelo presidente Itamar Franco e continuaram nas administrações de Fernando Henrique Cardoso e Lula da Silva.
Marina Silva, que atuou ao lado de Dilma Rousseff na administração de Lula 2003-2011, afirmou que desaceleração do crescimento, aumentou a  inflação e os aumentos nos gastos públicos são devidos à decisão de Dilma de desviar condições comprovadas.
Dilma Rousseff, economista, é a política protegida de Lula. "Dilma teve as suas chances mas a consequência agora é um país com uma credibilidade muito baixa, um  baixo crescimento, baixo investimento e taxas de juros muito altas que assustam os investidores estrangeiros", disse Silva.
"Nós não vamos assumir  chances na política econômica. Nós não vamos  reinventar a roda". "Nosso compromisso é criar um ambiente que atrai investimentos e que será possível apenas com um governo que tenha credibilidade", disse a candidata do PSB.
Marina Silva disse também que, como Presidente, ela iria limitar o aumento da percentagem das despesas públicas de acordo  a taxa de crescimento econômico.
Um dos primeiros passos em um governo do PSB, Silva disse, seria o estabelecimento pela lei de um "Conselho de responsabilidade fiscal" a auditoria de contas públicas, e assegurar a transparência, além de tudo.
Tal Conselho, ela disse , impediria o desperdício de recursos públicos em projetos de infra-estrutura que acabam custando quatro ou cinco vezes mais, do que inicialmente declarado e prometido.

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