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4.8.15

LULA E DILMA

Agosto. As pautas bomba!


Vamos enumerar aqui, alguma das "pautas bomba" previsto para próximos dois meses, quais sejam o mês de agosto e o mês de setembro. Uma boa parte destas "pautas bomba" se referem à motivação que levou a criação da política brasileira em dois lados: o lado da Dilma e o lado do Cunha.

1. Prisão do José Dirceu

A prisão do principal articulador do PT pela Polícia Federal sob determinação do juiz Sérgio Moro, pegou de surpresa o lado da Dilma. Já era esperado a prisão do José Dirceu, até pela imprensa portuguesa, mas pegou o lado da Dilma de calças curtas. Hoje, os principais membros do PT era de abatimento total. O Palácio do Planalto e a própria Dilma, fez de surdos e cegos, como se nada tivesse acontecido e nada foi comentado sobre a prisão do idealizador e mentor do PT José Dirceu. O Lula, então, agiu como se o problema não fosse dele.

2. Prisão do Antonio Palocci

A prisão do ex-ministro da Fazenda e ex-ministro Chefe da Casa Civil do Lula, está na fila de espera. Lembrando que sobre ele pesa, o suposto recebimento de propina da Petrobras em forma de "consultoria", já levantada pela Operação Lava Jato. Pesa também sobre o Antonio Palocci, a suposta doação de cerca de R$ 700 milhões da Portugal Telecom, sob investigação pelo Ministério Público de Portugal. Convém lembrar que o Antonio Palocci foi um dos três coordenadores da campanha presidencial da Dilma em 2010. Sabe-se que naquele ano, houve a suspeita de propina no âmbito do DNIT, em cerca de R$ 1,4 bilhões, para financiar campanha eleitoral dos aliados políticos da candidata Dilma em 2010.

3. Prisão do Lula

É provável a convocação do Lula na recém instalada CPI do BNDES da Câmara dos Deputados para esclarecer os financiamentos suspeitos das obras dos empreiteiros envolvidos na Operação Lava Jato, junto aos países da América Latina e África. Fala-se no montante em torno de US$ 10 bilhões. A empresa Odedrecht é que foi aquinhoada com a maior parte destas obras no exterior. Enquanto o Lula era presidente, aconteceu uma boa parte da ladroagem na Petrobras, em investigação pela Operação Lava Jato. Há grande possibilidade de que o próprio José Dirceu em delação premiada cite o envolvimento do Lula, para reforçar o subsídio para a prisão do Lula da Silva pelo juiz Sérgio Moro.

4. Pedalada fiscal

O Congresso Nacional deverá votar a "pedalada fiscal" da Dilma em 2014, após o parecer do TCU que deve votar pela reprovação da conta. A votação da pedalada fiscal é pela maioria simples do Congresso Nacional. O fato de Congresso Nacional reprovar a conta do exercício de 2014, não enseja o impeachment da Dilma, automaticamente. O lado do Cunha vai entrar em ação para reprovar a conta para servir de subsídio para o impeachment da Dilma.

5. Julgamento da Dilma noTSE

O Tribunal Superior Eleitoral deverá apreciar o pedido de cassação do registro da chapa Dilma/Temer pelo abuso de poder político e financeiro na campanha eleitoral da Dilma em 2014. O desfecho é aguardado com ansiedade pelo lado da Dilma. Havendo cassação de registro, a Dilma/Temer deverá deixar o cargos de presidente e vice-presidente da República. No entanto, a cassação de registro ainda cabe recursos no pleno do STF.

6. Veto do aumento dos servidores do Judiciário

Será apreciado pelo Congresso Nacional a derrubada do veto da Dilma sobre o aumento dos servidores do Judiciário, para os próximos dias. Sobre este tema não há consenso no Congresso Nacional, mesmo entre o lado do Cunha. É possível que o Congresso Nacional não derrube o veto da Dilma.

7. Veto do aumento dos aposentados acima do salário mínimo

A Dilma vetou o aumento dos aposentados que recebem aposentadoria acima de um salário mínimo, portanto cabe a apreciação da derrubada do veto da Dilma. Não há consenso sobre o tema entre os  parlamentares das duas casas legislativas. É provável que o Congresso Nacional mantenha o veto.

8. Remuneração do FGTS

A Câmara dos Deputados em primeira votação aprovou pela mudança de cálculo da remuneração do FGTS, que hoje é de 3% ao ano, para correção pela inflação oficial IPCA. Este aumento na remuneração vai influir diretamente nos juros cobrados no programa Minha Casa Minha Vida, onde pega a equipe da Dilma. Neste tema, tem mais apoio para aprovação pelo lado do Cunha. A aprovação da nova remuneração pode inviabilizar alguns projetos da Minha Casa Minha Vida. 

9. CPI do BNDES

O presidente da Câmara dos Deputados já autorizou a instalação do CPI do BNDES. Os cargos de presidente e relator já foram dado preferência para a base de apoio do lado do Cunha. O assunto é explosivo, porque além do financiamento secreto para Cuba e Angola, há financiamentos suspeitos para a falida OGX e para o grupo empresarial JBS/Friboi. No centro do foco, o Lula da Silva.

10. CPI dos Fundos de Pensão

O presidente da Câmara dos Deputados já agendou a instalação da CPI dos Fundos de Pensão para o mês de setembro, quando abre uma vaga para funcionamento simultâneo de mais um CPI, que é de no máximo cinco. O presidente e relator já está negociados para com os apoiadores do lado do Cunha. O presidente da Câmara dos Deputados está preparando "cunha" nos projetos do lado da Dilma.

11. Bombinha no Instituto Lula

A bomba caseira lançada e explodida na calçada, em frente ao Instituto Lula, mais parece um factoide criado pelo PT, para tentar fazer colar a tal intolerância (sic) em relação ao ex-operário de São Bernardo do Campo. Creio que a intolerância é mais do lado do Lula contra o povo, pois que ele já ameaçou colocar o exército do MST de Stédile na rua para defender o governo do PT. O lado da Dilma vem utilizando o fato, colocando o Lula como vítima, antevendo uma eventual prisão do Lula nos próximos dias. Querem colocar o Lula na condição de vítima das elites (sic). 

12. Efeito Catta Preta

A advogada Beatriz Catta Preta em entrevista ao repórter da Rede Globo acusou membros da CPI da Petrobras de ameaças. A advogada dos delatores premiados, ganhou "habeas corpus", não só para permanecer calado na CPI, mas também a decisão do ministro Ricardo Lewandowski da dispensa de comparecer CPI. Esta suposta ameaças que advogada Catta Preta relatou ao jornalista mais parece mais um factoide do lado da Dilma. 

13. Impeachment

Havendo a reprovação da conta do Balanço fiscal de 2014 devido à "pedalada fiscal", pelo Congresso Nacional, este poderá votar o impeachment da presidente Dilma Rousseff. No momento, todo mundo foge do assunto, porque para o aprovar o impeachment é necessário a maioria absoluta dos parlamentares, qual seja 343 deputados federais e 54 senadores que não são poucos.  O afobamento poderá colocar o objetivo em risco. 


A necessidade que quórum alto é que faz o lado do Cunha esperar pelo momento certo para colocar em pauta a votação do impeachment. 

Ossami Sakamori











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