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BRICS TIME

8.4.15

artigos no "Alerta Total "

Posted: 07 Apr 2015 03:48 AM PDT

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

O Presidente do PT, Rui Falcão, voltou a deixar claro como seu partido tenta armar um golpe institucional. Falcão e seus urubus querem trocar a legitimidade de um Congresso eleito pela imposição de grupos aparelhados ideologicamente, como os tais "movimentos sociais" (apenas os controlados pelo PT e aliados, e não aqueles movimentos espontâneos que lhes passam fazer oposição legítima). A iniciativa conta com o respaldo total do líder máximo Luiz Inácio Lula da Silva. Por isso, o companheiro $talinácio convoca seus exércitos para engrossarem, hoje, as manifestações da CUT.

A cúpula nazicomunopetralha tem duas prioridades imediatas: a regulação dos meios de comunicação (forma mascarada de censura econômica para impor a posterior e seletiva censura política) e uma "reforma política" feita na base de plebiscitos (cujos temas e resultados possam ser manipulados pela fanática máquina stalinista-leninista do partido seita). Falcão deixou claro em recente entrevista à Folha de S. Paulo: “Só vamos obter reforma política através de plebiscito com essas mobilizações. Só pelo Congresso, seja com a atual configuração, seja na futura, é praticamente impossível”.

Enquanto Lula arma seu golpe, o pandemônio (previsto pelo Eduardo Cunha) se instaura. Dilma Rousseff só não se torna mais impopular (com apenas 12% de aprovação) porque a estatística não permite. A população começa a sentir os efeitos macabros da crise econômica: carestia, inflação, desemprego, e dificuldades para pagar em dia caríssimos impostos e as tarifas de água, luz, telefone. Por isso, no domingão de 12 de abril, milhões saem novamente às ruas para protestar. O desgoverno e os políticos entram em tensão máxima. O cagaço deles tende a gerar atitudes e medidas desesperadas.

Nessa conjuntura, algumas perguntas se tornam fundamentais. Cada resposta correta gera vários flashes históricos: Que interpretações se podem tirar do fato de o PMDB usar o seu poder de pressão política para definir que uma CPI pode pedir a quebra dos sigilos telefônicos do Ministro da Justiça e do Procurador Geral da República? Que significado tal postura pode ter para a construção da democracia no Brasil?

Resposta: O jogo de poder começa a ficar interessante em favor do cidadão e da cidadania. Quando a máquina de triturar carne de Eduardo Cunha e Renan Calheiros, no comando da Câmara e do Senado, ameaça tirar aquela "blindagem" de supostos intocáveis, começa a valer a regra democrática de que a lei vale (ou deve valer) para todos, igualmente. Na democracia, pau que dá em Chico também dá em Francisco. No Brasil, a coisa ainda não funciona assim. Mas tudo começa a mudar...

Mais perguntas: Que saída tem o PT, em franca perda de hegemonia e aumento quase extremo da impopularidade presidencial, apesar do aparelhamento que fez da máquina estatal? No que pode redundar a tendência clara ao enfrentamento e ao radicalismo em uma conjuntura de impasse com alto risco de redundar em ruptura institucional?

Dilma parece desesperada, mas pode não estar. Sua tensão tem mais a ver com seu DNA stalinista, autoritário, que com a pressão que vem recebendo de todos os lados, do eleitor insatisfeito até o aliado mais inconfiável do PMDB. Dlima não pede socorro a José Sarney porque é uma ingênua. Ela faz isto porque sabe que o imortal maranhense tem condições de neutralizar a dupla Cunha-Renan. O problema é que o presidente do Senado é tido como "sócio" do Sarney - o que pode tornar tal aliança perigosíssima...

O PT aposta que consegue reunir suas supostas "forças populares" (movimentos sociais ideologicamente aparelhados e financiados por grandes esquemas de lavagem de dinheiro sob investigação do Ministério Público e da Justiça) para impor seu modelo político e econômico goela abaixo de todos. Se insistir nesta linha de confronto, a ruptura institucional pode acontecer mais rápido que o previsto. Eles apostam que vencem... Por isso, vêm com tudo para cima dos adversários e inimigos...

Outra grande dúvida: O Brasil segue no inevitável rumo do precipício, ou as mudanças necessárias têm efetivas chances de ocorrer, em breve?

Resposta: A conjuntura parece horrorosa... Fica pior ou menos ruim, dependendo de como os cidadãos fizerem a leitura da realidade. O tsunami de protestos indica clara insatisfação. Se a bronca ganhar foco em soluções objetivas, setoriais e seletivas, o governo e a classe política serão obrigadas a ceder, contra a própria vontade de deixar tudo como está.

Por isso, é preciso gritar: Acorda, oposição! Ou você se torna orgânica, ou vai ficar gritando no vazio, até o golpe nazicomunopetralha te forçar a um exílio em Miami (claro, para aqueles que têm muita grana para gastar).

A regra é clara: Quem não dá conta de gatinho não pode encarar um leão.

Nunca vi rastro de cobra...

Deputado Desafiado

Kim Kataguiri desafiou o deputado Jean Wyllys para um debate. Uma vez que o deputado o chamou de "analfabeto político" em um programa. E ridicularizou a Folha de São Paulo por ter dado ao garoto de 19 anos um espaço por ser um líder de movimentações da direita.

Nova versão Faroeste Caboclo

Renato Russo, certamente, aprovaria a nova versão parodiada de seu Faroeste Caboclo...

Casal que não sabe de nada...


A princesa e o salário de rei



Dependência ou morte



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O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 

A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 7 de Abril de 2015.
Posted: 07 Apr 2015 03:43 AM PDT

Vedanta é uma das seis escolas ortodoxas do da filosofia Hindu. O termo "veda" significa conhecimento. E "anta" significa fim. (http://en.wikipedia.org/wiki/ Vedanta)

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Já que o conhecimento dos verdadeiros anseios do país lhe é vedado (por seu caráter autoritário), a Anta em breve terá seu fim.

O molusco tenta argumentar que os ensinamentos de Pafúncio a podem salvar; (quis se referir a Confúcio, mas a “marvada” o confundiu e então confundeu-se).

Ledo engano; a Anta entrará pelo cano.

Chorar pro bispo (que mais cedo ou mais tarde, verá que sua barba arde) também não adiAnta mais. Os malfeitos  já estão em todos os jornais.

Seu destino será inglório; pior do que o de dono de precatório.

Confia no faro fino do grande Hortelino, mas este troca letras ao definir as mutretas.

O fim do desgoverno esta como um caro de luxo: Suruba! (e tem gato na tuba!).

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador, cansado de ver anta.
Posted: 07 Apr 2015 03:38 AM PDT

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Hélio Duque

Administrar um fundo de pensão é muito diferente de um fundo de investimento. Enquanto este tem objetivo estratégico maximizar a sua rentabilidade, o fundo de pensão deve buscar a consolidação das obrigações legais, garantidoras do pagamento das aposentadorias e pensões dos seus participantes.

Isso não é fator impeditivo de os seus gestores buscarem aplicações nos fundos de investimentos, com responsabilidade e espartana disciplina, visando rentabilidade para o atendimento dos compromissos futuros, demandados pelos seus associados. Buscar ativos financeiros seguros e rentáveis é da sua essência.

Ao captar recursos dos participantes e das empresas onde prestam serviços, passa a acumular considerável valor monetário que ao longo de anos formatará o seu patrimônio.

No Brasil, a poupança voluntária administrada pelos fundos de pensão é alavanca para o desenvolvimento. A poupança interna tem na riqueza dos fundos poderoso instrumento na maximização da prosperidade em alguma das maiores empresas e empreendimentos na economia.

O fator segurança nesses investimentos é fundamental e decorre da visão de longo prazo para o seu fluxo de caixa em um universo temporal de 35 a 50 anos. Essa longevidade é decorrente do tempo futuro de vida dos seus integrantes. A complexidade da sua administração exige que os seus gestores tenham clara percepção operacional de curto, médio e longo prazo, estando sempre presente o objetivo de gerar recursos para o cumprimento das obrigações futuras.

No curto prazo, o gestor do fundo de pensão deve ter disponibilidade de recursos para atender as necessidades decorrentes dos pagamentos dos seus aposentados e pensionistas, mensalmente.

Lamentavelmente, nos últimos anos, os principais fundos de pensão brasileiros passaram a frequentar o noticiário político e policial de maneira preocupante. Instituições que administram vários bilhões de reais foram capturadas por partidos políticos, majoritariamente pelo PT.

O DNA do aparelhamento e desprezo pela competência passou a ser o padrão na administração desastrosa dessas entidades. A sua captura política partidária não é saudável para o desenvolvimento nacional. O patrimônio formado pela poupança voluntária de milhões de trabalhadores não pode ser administrado ignorando os critérios de competência técnica no seu gerenciamento.

A dilapidação desse extraordinário patrimônio vem sendo realidade comprovada. Não apenas pela desvalorização dos ativos financeiros, mas pelo acúmulo de perdas bilionárias que atingiu os fundos Previ, do Banco do Brasil; Petrus, da Petrobrás; Funcef, Caixa Econômica, que constituem o “filet-mignon” do setor. Perdas oriundas de péssimos investimentos, onde “preferencialidades suspeitas” garantiram bilhões para empresas e negócios que não primam pelos valores éticos.

Para agravar essa trágica realidade, a Secretaria de Previdência Complementar, agregada ao Ministério da Previdência, que deveria ser o poder fiscalizador, ser omissa e passiva. O que vem acontecendo com Fundo Postalis, dos Correios, é de fazer frade chorar de vergonha. Aplicou partes dos seus recursos nos Bancos Cruzeiro do Sul e BVA que quebraram.

Igualmente nas empresas do grupo X, do notório Eike Batista, que viraram pó. E o mais impressionante: aplicou em papéis da dívida pública na Argentina e na Venezuela. Operações com graus variáveis, mas muito semelhantes, estão presentes na administração dos principais fundos de pensão das estatais.

Hoje o Portalis tem um déficit de R$ 5,6 bilhões. A origem do rombo decorre de dívida de R$ 1,1 bilhão do próprio Correios, cobrada na Justiça. Já os R$ 4,5 bilhões se origina de gestão irresponsável. A solução encontrada vem revoltando os funcionários dos Correios: os contracheques dos aposentados e pensionistas vem tendo um corte de 25,98%.

Já os servidores da ativa, de acordo com a faixa de ganho, são descontados nos salários de 1,71% a 24,28%, dependendo do valor contratato no plano de aposentadoria. Verdadeiras administrações temerárias infestaram o setor descapitalizando os fundos e consolidando prejuízos na escala de bilhões. Ameaçando a complementação da aposentadoria, no futuro. O que acontece com o Portalis não é um fato isolado.


 Luiz Eduardo da Rocha Paiva

O Movimento Cívico em 15 de março de 2015 levou milhões de brasileiros às ruas e evidenciou o sentimento de revolta da maioria da Nação, como mostraram as pesquisas de confiança no governo após as gigantescas manifestações. O mais grave é que Dilma e as lideranças políticas não têm vontade nem credibilidade para realizar as mudanças, mais morais do que econômicas, que o Brasil tanto precisa. Daí, fingirem não entender o brado das ruas. Portanto, em 12 de abril, é preciso um tsunami popular muito maior.

O contexto assemelha-se aos idos de 1964, como se constata adiante, mas o desfecho tem de ser outro. Naquela época, em um Brasil politicamente imaturo, mergulhado em um caos político, econômico e social e com instituições fracas, o presidente Jango aliara-se ao ilegal PCB, subordinado ao Partido Comunista da URSS, para implantar uma ditadura socialista-sindicalista.

O líder do PCB dissera que o partido estava no governo e só lhe faltava o poder e que o Brasil disputava a glória de ser o segundo país do continente a implantar o socialismo. Em uma sociedade religiosa e conservadora, isso gerou desconfiança, insegurança e reação, afastando do governo a classe média, Igreja, imprensa, Forças Armadas (FA) e a maioria dos políticos e da população.

As gigantescas Marchas da Família em todo País exigiram a intervenção das FA, únicas instituições então capazes de impedir uma guerra civil revolucionária. Jango tivera forte respaldo nacional para tomar posse em 1961, mas não teve nenhum apoio das instituições, dos partidos e do povo em 1964.

Hoje, as instituições de maior credibilidade ainda são as FA, mas não se quer uma volta ao passado. A Nação há de mostrar maturidade e vontade para impor a moralidade e defender a liberdade, mantendo a democracia. Se necessário, as FA cumprirão sua missão constitucional, protegendo os brasileiros da violência de bandos como o exército de stedile, convocado por Lula em declaração pública inconsequente e inaceitável de um ex-presidente da República. Nesse emprego, as FA enfrentarão resistências no próprio governo, mas seus comandantes, embora saibam que devem obediência e respeito a escalões superiores, têm consciência de que silêncio e omissão são injustificáveis se propiciarem graves danos à Nação, esta sim credora da lealdade das FA.

Ao PT não importa a derrocada moral, econômica e política do País desde que mantenha o poder, como reza a doutrina socialista. A corrupção sugou exponencialmente a riqueza nacional após a ascensão de governos petistas.

O PT faliu o País, não assume a culpa e cobra do povo a conta pelo prejuízo causado. Lula e Dilma não investiram em programas de longo prazo na infraestrutura, educação, ciência e tecnologia, saúde e produção de bens de alto valor agregado, bases seguras de desenvolvimento.

Dilapidaram recursos em programas populistas eleitoreiros, calcados em recursos de valor variável, oriundos de commodities que não garantem o progresso sustentado. Aplicam a estratégia gramcista para manter o poder, conduzindo o Programa Nacional de Direitos Humanos pelo qual buscam enfraquecer a família, as FA, os poderes Legislativo e Judiciário, amordaçar a mídia e controlar a sociedade por meio de órgãos (soviets tropicais) aparelhados pelo PT, criados no Decreto nº 8.243/2014, ainda não derrubado no Senado.

Querem transformar o País em uma ditadura socialista, macaqueando a república bolivariana da Venezuela, obedientes ao Foro de São Paulo, que pretende ressuscitar na América Latina o vampiro vermelho que sugou a Europa Oriental por décadas e cujo triste resultado só os cérebros hermeticamente programados da (des)intelligentsia esquerdista não entendem ou não reconhecem.

Um longo processo de relativização de valores anestesiou a sociedade, que se omitiu e assumiu ou aceitou a falta de ética e o desprezo aos valores tradicionais. O cidadão contentou-se com a satisfação de necessidades básicas e a falsa noção de liberdade, que usa sem responsabilidade e disciplina, tornando-a um bem ilusório. Essa doença moral não será curada por partidos políticos desmoralizados ou por eleições incapazes de aperfeiçoar, por si só, a democracia como se tenta iludir a Nação.

Porém, a dose do remédio para domesticar a Nação foi além do suportável e os efeitos colaterais nos campos da moralidade e da economia geraram a reação popular que abalou o processo liberticida de socialistização do País. Um grande obstáculo ao êxito da reação moral e democrática é o amplo poder político de lideranças do Executivo e do Legislativo, carcomidas seja pelo radicalismo, seja pelo patrimonialismo e corrupção.

Usurpam os bens públicos como se fossem de sua propriedade e escarnecem da Nação mentindo sobre as manobras imorais com que assaltam impunemente o tesouro nacional. Em altos escalões do Judiciário, o aparelhamento político compromete a credibilidade para julgar escândalos como o do petrolão, onde estão envolvidas lideranças de peso.

Em 2015, o que levou a população à revolta? A crise moral (corrupção, mentira, engodo), o amor à democracia ou a dor no bolso (inflação, recessão, desemprego)? Se o último motivo for o decisivo, equacionada a crise econômica, a Nação abandonará as ruas, permitindo a consolidação do projeto socialista do PT.

Assim, o choque de valores terá de vir da sociedade, ser aplicado nela própria, assimilado pelas famílias e por um sistema educacional moral e profissionalmente recuperado, capaz de formar cidadãos cientes de que liberdade sem disciplina e integridade é anarquia que esgarça o tecido social.

Neste vazio de lideranças políticas patrióticas, a quem confiar o futuro do Brasil? Como ninguém tem a resposta, a pressão não pode cessar. Desperta Brasil! É a Nação que tem que salvar-se a si mesma. Em 12 de abril, ela ecoará: "a nossa Bandeira jamais será vermelha!"; e "Vem prá rua!".

Compareça de verde-amarelo e em paz, mas com firme atitude e inabalável decisão.

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